PROPOLAR
  • INÍCIO
  • SOBRE
    • MISSÃO
    • HISTORIA
    • ORGANIZACAO E EQUIPA
    • FINANCIAMENTO
    • COLABORACOES
    • CONTACTOS
  • ATIVIDADES
    • CAMPANHAS E PROJETOS
    • PROPOLAR2017-18
    • BLOG 2017-2018
    • CONVOCATÓRIA PROJETOS
    • O VOO PROPOLAR
    • CONFERÊNCIAS POLARES
    • EXPOSIÇÕES >
      • EXPOMAPS_IGOT20180313
      • EXPOFOTO_IEC201310
      • FICHASEDUCA_2013
  • DIVULGACAO
    • NOTÍCIAS PROPOLAR
    • COMUNICADOS DE IMPRENSA
    • BLOGS-CAMPANHA
    • MULTIMÉDIA
  • DOCUMENTAÇÃO
    • POLARTECA
    • PUBLICAÇÕES
    • NORMATIVAS POLARES
    • ATAS DAS CONFERÊNCIAS POLARES
  • AGENDA
  • FAQ
  • INÍCIO
  • SOBRE
    • MISSÃO
    • HISTORIA
    • ORGANIZACAO E EQUIPA
    • FINANCIAMENTO
    • COLABORACOES
    • CONTACTOS
  • ATIVIDADES
    • CAMPANHAS E PROJETOS
    • PROPOLAR2017-18
    • BLOG 2017-2018
    • CONVOCATÓRIA PROJETOS
    • O VOO PROPOLAR
    • CONFERÊNCIAS POLARES
    • EXPOSIÇÕES >
      • EXPOMAPS_IGOT20180313
      • EXPOFOTO_IEC201310
      • FICHASEDUCA_2013
  • DIVULGACAO
    • NOTÍCIAS PROPOLAR
    • COMUNICADOS DE IMPRENSA
    • BLOGS-CAMPANHA
    • MULTIMÉDIA
  • DOCUMENTAÇÃO
    • POLARTECA
    • PUBLICAÇÕES
    • NORMATIVAS POLARES
    • ATAS DAS CONFERÊNCIAS POLARES
  • AGENDA
  • FAQ

HISURF: Reconhecimento da zona NE da Península de Barton, 11-01-2013

11/1/2013

 
 Imagem
Blocos de gelo provenientes do glaciar, foto por Lourenço Bandeira
Hoje esteve um vento constante de 9 m/s vindo de NE-SE, que nos impediu de voar o hexacópetro. Para terem uma referência da força deste vento, a partir dos 11 m/s não é permitido a zodiac navegar. Por isso resolvemos fazer o reconhecimento da zona NE da península de Barton, em busca de terrenos livres de neve e de líquenes/musgos expostos. 
Para termos uma maior visão do terreno tentámos subir ao monte  Sejong (um dos mais elevados da península, atingindo mais de 200 metros). No entanto a subida foi bastante difícil pois ou as vertentes eram demasiado íngremes, compostas de rochas soltas, ou havia demasiada neve. Conseguímos chegar a cerca de dois terços onde encontrámos um vale abrigado onde pensamos ser possível captar imagens com o hexacópetro. A certa altura começou a chover o que nos deixou muito esperançosos que a neve derretesse e expusesse a flora que cobre estes solos, mas passado pouco tempo a chuva transformou-se em neve...

Lourenço Bandeira, 11 de Janeiro de 2013
 Imagem
Coberturas de neve e rocha perto do monte Sejong, foto por Pedro Pina
 Imagem
Estação de King Sejong no horizonte, foto por Pedro Pina

HISURF, 10-01-2013: Primeiro dia de campo

10/1/2013

 
Ontem o dia começou com o Freddie Mercury a cantar "Save me" nos altifalantes dos dormitórios nº 2 da base Coreana de King Sejong. O costume nesta base é assinalar os horários das refeições com música, para que toda a gente possa vir pontualmente em direcção ao refeitório. O pequeno-almoço foi bastante diferente do que estamos habituados: arroz, alguns pratos de algas e legumes, ovos estrelados e uma sopa, que eu acidentalmente temperei com malaguetas verdes.
 Imagem
A manhã foi preenchida com a montagem do nosso hexacóptero, um UAV (veículo não-tripulado) de seis motores que irá permitir a captação de imagens de alta resolução, e com os primeiros testes a baixa altitude (menor que 5 metros). As primeiras dificuldades surgiram na leitura correcta da altitude a partir do sonar. Este problema tinha sido previsto uma vez que pode haver condensação no sensor devido às baixas temperaturas e torná-lo pouco fiável. Felizmente que ainda podemos recorrer ao barómetro interno, apesar de menos preciso.
Da parte da tarde estivemos a fazer reconhecimento da península de Barton para avaliar as condições de operabilidade do UAV. Infelizmente ainda está tudo coberto de neve, com ventos permanentes e as únicas zonas livres de neve são demasiado perto da água e cobertas de rochas de dimensões relativamente grandes. A importância da selecção da zona de ensaios é essencial nesta fase para minimizar o risco de danificarmos o hexacóptero e compreender em que condições este pode voar.

Lourenço Bandeira, 10 de Janeiro de 2013

 Imagem

HISURF, 9-01-2013: Chegada à base King Sejong

9/1/2013

 
Ao chegarmos ao hostal depois de jantar tínhamos uma mensagem para estarmos de madrugada à porta do INACH para finalmente irmos até King George. E assim foi, embarcamos num C130 das FACH no aeroporto militar de Puntas Arenas para, cerca de 2h30 depois, aterrarmos no aeródromo Frei em King George. Tivemos sorte com o tempo e com a viagem, não se atrasou e foi bastante tranquila. Não deu infelizmente para espreitar lá para fora, as poucas janelas de tão robusto avião são pouco acessíveis, e por isso só ao sairmos para a rua antárctica é que nos apercebemos de quão branco tudo estava, ‘pintado’ pela neve bem espalhada por toda a superfície e pelo grande capacete de névoa relativamente cerrado. Por um lado, foi interessante verificar que a paisagem que tão bem conheci em 2012 nesta mesma altura do ano tinha um aspecto bem diferente, mas por outro, foi um pouco inquietante, pois sem solo praticamente à vista, as imagens remotas que queremos captar não mostrarão toda a diversidade que esta região tem no verão. O INACH trouxe-nos até à sua base Escudero, onde esperámos (com direito a almoço) que chegasse a lancha do KOPRI-Instituto Polar Coreano para nos levar até ao outro lado da baía de Maxwell. 
 Imagem
Moderno ‘Cacilheiro’ entre Fildes e Barton
 Imagem
A bandeira Portuguesa ao lado das da Coreia do Sul e do Instituto Polar Coreano (KOPRI)
A travessia com uma potente zodiac, permitiu-nos chegar rapidamente à base coreana de King Sejong, situada na península de Barton. O chefe da base Min Kyu Park, que nos acompanhou desde Fildes, e o ‘executive officer’ Donnie Yang fizeram a recepção, levando-nos a conhecer alguns dos seus módulos e minuciosamente detalhando a sua forma de funcionamento. No fim, ao sairmos do moderno e espaçoso edifício central deparámos com a bandeira portuguesa hasteada no mastro. Foi uma sensação indescritível. Mal tivemos tempo para desfazer as mochilas, já nos estavam a chamar para jantar. A diversificada e saborosa, mas condimentada, comida coreana foi mais uma excelente surpresa. Que teve novo espanto, quando verificámos que existe internet de banda larga wireless em todos os módulos da base, o que permite naturalmente usar o skype com vídeo para falar para casa. 
Só ao darmos uma pequena volta nocturna (mas ainda de dia) em torno da base é que ficámos convencidos que afinal estávamos mesmo na Antárctida: temperatura negativa, bastante vento, céu nublado, neve por todo o lado, pedaços de gelo espalhados pela baía e, talvez a prova final, a existência de bastantes pinguins. 

Pedro Pina, 09 de Janeiro de 2013, Base King Sejong
 Imagem
Vista marítima da base King Sejong

HISURF: Em Puntas Arenas, a caminho de Barton

8/1/2013

 
O meu nome é Pedro Pina e sou o investigador responsável do projecto HISURF. A campanha de campo vai ser realizada por mim e pelo Lourenço Bandeira na ilha de King George neste mês de Janeiro e tem como principal objectivo testar um UAV (veículo aéreo não tripulado) para captar imagens de elevada resolução espacial em duas penínsulas (Barton e Weaver) desta ilha do arquipélago das Shetland do Sul.  
 Imagem
Vista área de Punta Arenas.
 Imagem
3 Portugueses e 6 cães chilenos.
Estamos neste momento em Punta Arenas, a cidade mais a sul do Chile, onde chegámos há dois dias, à espera de embarcar num voo das FACH (Forças Aéreas Chilenas). A viagem de Lisboa até aqui demorou cerca de 24 horas, mas até ao aeródromo de Frei em King George terá uma duração de menos de 3 horas. Essa vantagem temporal é logo perdida na espera pela janela de oportunidade que permite voar até lá abaixo (62º de latitude sul) com segurança. Nos últimos dias, o tempo tem estado mau em King George, com nevões intensos, o que tem impedido a realização de voos. Em princípio, partiremos (além de mim e do Lourenço, irão também o João Canário e o André Mão de Ferro do projecto CONTANTARC2) amanhã, dia 9. Mas nunca se sabe, é preciso estar sempre preparado, com o telemóvel ligado e as malas prontas, à espera da convocatória para a partida, que pode até ser antecipada, caso as previsões meteorológicas sejam mais favoráveis.
A estadia em Punta Arenas, para além da presença no briefing dado no INACH (Instituto Antártico Chileno) aos integrantes dos voos dos próximos dias, tem-nos permitido rever e ajustar pormenores relacionados com a campanha, como melhorar a protecção da câmara que irá no UAV, comprar pequenas ferramentas e adereços, ou tratar até de aspectos mais burocráticos relacionados com o voo de dia 29 de Janeiro suportado pelo PROPOLAR e disponibilizado à comunidade científica polar de várias nacionalidades. Tem-nos permitido também passear um pouco pela cidade, e tirar as fotos da praxe da estátua e do estreito que têm o nome do nosso navegador Fernão de Magalhães.
 Imagem
Vista nocturna do estreito de Magalhães.
As expectativas para a nossa campanha são naturalmente grandes, a espera pela partida gera também alguma ansiedade. Espero bem que o próximo texto seja já feito e enviado da base coreana King Sejong na península de Barton, onde ficaremos instalados até dia 29 de Janeiro.

Pedro Pina, 08 Jan 2013, Punta Arenas, Chile
Seguinte>>
    Imagem

    CAMPANHAS PROPOLAR

    |_
    A CAMPANHA
    2012-13
    |_
    PROJECTOS 2012-13
    |_
    DIÁRIOS DE CAMPANHA 2012-13

    Consulta de posts por projeto

    Todos
    ANATOCU
    CEPH-2013
    CEPH 2013_Cont
    CONTANTARC2
    Coordenação
    FISHWARM
    HISURF
    HOLOANTAR
    MATAGRO
    NITROEXTREM
    PERMACHANGE-A
    PERMACHANGE A_cont
    PERMACHANGE B

    Consulta de posts por ordem cronológica

    Julho 2013
    Março 2013
    Fevereiro 2013
    Janeiro 2013
    Dezembro 2012
    Novembro 2012
    Julho 2012

    Close window [X]   
    index sitemap advanced

    Feed RSS


     Imagem
     Imagem




Powered by Crie o seu próprio site exclusivo com modelos personalizáveis.